AO (RE) ENCONTRO DAS ALMAS SELVAGENS E LIVRES
Segunda-feira, 12 de Maio de 2008
Sense.

barbed_beauty.jpg

 

Saborear cada cor a preto e branco.

Sei como são mas vejo-as como quero.

Priveligiada de sentidos sou.

 

O tactear cego daquilo que não quero ver.

Nas pontas dos dedos encontro o frio e o calor do paladar.

No ouvir sinto o sabor das árvores.

Na boca vejo o cheiro da liberdade dos pássaros.

 

Privilegiada sou de cada vez que um colibri poisa numa flor.

Fico feita preguiça aguardando.

E de seguida me sussura o prazer que lhe queima as penas.

 

Quantos sentidos se lhe despertam nesse gesto.

De cada vez que fecho meus olhos.

De cada vez que gemo ao vento.

Todas as vezes sou livre.

Todas as vezes liberto os que comigo sentem.



publicado por marisa.moreno às 15:25
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