AO (RE) ENCONTRO DAS ALMAS SELVAGENS E LIVRES
Sábado, 30 de Dezembro de 2006
Finalmente...

dor.JPG

 

E foi este o dia em que entendi.

És para mim tudo o que quero.

Sem duvidas, mágoas ou mentiras.

Em que a única dor que sinto é quando tenho que te deixar.

 

Sentes-me a Alma com dedos de Anjo.

Não Anjo Caído como outros que me salvaram.

Anjo como eu.

Igual a mim.

Lábios de seda e mãos gretadas de vida.

 

És o amor que eu esperava.

És os olhos que eu via.

És a voz que me murmurava.

 

Esperei uma vida por ti.

Era por ti que tanto ansiava.

És tu.

 

Finalmente o amor já não me dói.



publicado por marisa.moreno às 22:25
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Sábado, 23 de Dezembro de 2006
Acreditei.

triste.JPG

Acreditei num castelo e num principe.

Acreditei num amor de nobres e plebeus.

Acreditei no tom forte com que o vento cantava.

 

Não sei agora se és o meu príncipe ou haverá castelo algum dia.

Deixei de sentir a voz do vento.

Ensurdeci.

 

Agora sinto apenas cada dor...cada lágrima.

Sinto quentinho quando me deito contigo e me enrosco.

Sinto-me vazia e fria de cada vez que te fujo.

 

Pedes-me o que não tenho.

Calma.

Quero-te agora.

Quero-te meu já.

 

Fiz de conta que não acreditava.

Quando me virei...caí.

Não segui...apenas fugi.

 

Não sigas tu agora.

Estarás também a fugir.

 

Lembra-te que foi assim que te perdi.



publicado por marisa.moreno às 21:34
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Sexta-feira, 22 de Dezembro de 2006
Quem és?

elo quebrado.JPG

 

Quem és?

Senti-te aproximar a medo.

Farejaste-me ao largo e eu procurava-te sem te ver.

Sem te ouvir.

Senti-te de todas as vezes que o vento quente me acalmou a dor.

Senti-te regressar ainda vinhas tu longe.

 

Tinha-te dito.

Eu tinha-te dito.

Esqueceste quem sou.

Tentando apagar quem amas.

 

Esqueceste quem és para agora te dizeres presente.

Entrando de novo no meu mundo.

Como se da primeira vez se tratasse.

 

Rebentando portas e janelas.

Atravessando paredes.

Como só tu és capaz.

 

Senti-te ainda tu nem imaginavas.

Segui sem te procurar mesmo quando me olhavas.

Tremi, chorei e berrei.

Implorei que fosses tu mas já não eras.

 

Senti-te e voltaste.

Não me perguntes agora o meu nome.

Sempre o soubeste.

 

Não perguntes quem sou se me desfizeste.

Senti-te.

Voltaste.

 

Mas quem és??



publicado por marisa.moreno às 11:53
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